Contar, poetizar, cronicar...

Este espaço comportará manuscritos, alfarrábios e pensamentos que eu julgar de qualidade necessária para prestigiar o público. Também servirá como um desabafo, uma catarse, uma válvula de escape para impressões e ideias que precisam ser expostas e que tornam instrumentos de criatividade, de forma que tornem a vida do autor mais leve e livre de se levar.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

A MINHOCA

No asfalto escaldante ia
A minhoca no verão de janeiro
Dobra e estica medindo o asfalto
Que maior parecia a cada arrasto
Já que carros iam e vinham
E a minhoca não viam.

Por: Denise Constantino
Postado por DeConstantin às 12:01
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